O mistério da Estrela Nua

A sensação de reler um livro e descobrir coisas novas é interessante. Você se questiona: como não ‘entendi’ isso antes? Que frase linda! Etc.

Carlos Eduardo — ou Cadu — é um jovem de 18 anos totalmente perdido na vida. Muito embora seja filho de pais ricos, ele escolheu seguir o seu próprio caminho. Mora miseravelmente sozinho, faz parte de uma banda de rock de fundo de quintal cujos membros são seus amigos e sua namorada, a Julia. Todo mês é um sufoco para pagar o aluguel e sempre pensa em desistir de tudo e ir voltar a morar com os pais.

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Qual o nosso papel no compartilhamento de informações?

Sou do tempo da internet discada, lá em 1995, quando se conectava à internet através de uma TELnet, colocando login e senha e esperando o modem de 14.800 Kpbs conectar com aquele famoso barulhinho. Depois foram surgindo os sites — o Google nem existia. Altavista, Yahoo, Cadê, etc, foram aparecendo aos poucos depois. A passos tímidos, a internet ia se moldando e crescendo.

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Jumpin’ Jack Flash!

Falando sobre filmes também! 😁

Jumpin’ Jack Flash (no Brasil, Salve-me Quem Puder) é um daqueles filmes bem trashinhos, bem anos 80, que nos deixam a pensar como era aquela época pré-internet e como as pessoas relacionavam naquele tempo. O filme é de 1986, uma época de muita revolução na música, na política, no cinema, nas artes; e por aí vai. Jumpin’ foi um dos primeiros filmes a apresentar a comunicação on-line como parte importante do enredo. Vamos à sinopse.

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Caminhos Cruzados

Em época de carnaval, até quem não tem o costume de viajar ou cair na folia, acaba aceitando convites de amigos e familiares para aproveitar os 5 dias de folga. Os destinos são os mais variados possíveis: praias, serras, eventos culturais pela cidade, saidinhas de leve (cinemas, boates). Mas, no meu caso, o carnaval inteiro foi dentro de casa. Seja por falta convites ou quando bate aquela bad. Não saí nem para saber o que estava acontecendo na rua. Às vezes bate aquela vontade de hibernar.

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